segunda-feira, 9 de abril de 2018

MACÁRIO - Capítulo 32: "A gangue das súcubos"

Olá.
Tive de ralar muito neste final de semana, mas estou, afinal, em condições de trazer a vocês mais um capítulo de meu folhetim ilustrado para adultos, MACÁRIO. E, desta vez, voltando a ficar pesados, à medida que a história avança.
ATENÇÃO: leitura terminantemente não recomendada para menores de 18 anos. Contém cenas de sexo, lesbianismo, sexo, insinuação de estupro, sexo, homicídio, sexo, uso de armas de fogo e sexo.



De certo modo, eu sabia que estava passando por outra experiência de portal mental.
Eu esperava que quem o tivesse ativado fosse Anfisbena, esposa de MC Claus. Ela devia estar interessada em mim, não deve ter sido por acaso que ingeri um gole de vinho “abençoado” por uma ninfa. Mas...
Mas não era Anfisbena. A mulher em pé diante de mim não tinha jeito de mulher grega. Mas era linda, e estava de calcinha e sutiã...
- Oi, Macário. Consegui te trazer para cá.
Eu havia acordado, depois do que pareciam ser algumas horas, em um chão duro, sobre trouxas de roupa. O cenário em redor parecia ser um depósito de roupas usadas, jogadas a esmo. Olhando rapidamente, o local era familiar.
Era... o quarto de Fifi!
Aquele quartinho bagunçado da casa ocupada pela gangue dos Animais de Rua!
E eu acordei enrolado em uma daquelas trouxas de roupa de cama que serviam de camas no chão. E, pelo cheiro que exalava, a roupa de cama não era lavada há semanas, meses eu diria.
A janela estava trancada. Nem havia como saber se ainda era noite ou se já amanhecia, se a luminosidade que entrava pelas venezianas vinha do dia ou de postes. A luz, de todo modo, estava acesa, e a lâmpada parecia ter sido trocada recentemente, pois iluminava com força.
E, diante de mim, estava... Eliane.
A vocalista dos Animais de Rua, a banda.
Ela é linda. Seu cabelo repartido, metade pintada de branco, metade de negro. E agora, podia ver que ela era gostosa, sem o vestido.
Repito: eu esperava que fosse Anfisbena tentando me seduzir, mas...
- O que há, Macário? Por que essa timidez? – ela falou, convidativa.
- E... Eliane? – consegui falar, ainda de olho arregalado.
- Sim, eu. Que bom que você lembra meu nome, Macário... – ela sorriu, comovida.
- E... por que esqueceria seu nome? Eliane...? – dei um sorriso.
- Vem, Macário. Sei que você me deseja... – Eliane estendeu a mão.
Tirei os cobertores de cima de mim e levantei-me. Estava de cuecas e... oh, meu apanhador de sonhos também está aqui! Não lembro se eu o tirei antes de deitar, mas parece que não. Bem. De cueca e apanhador de sonhos, eu. Eliane, só de calcinha, sutiã e seu cabelo repartido, metade preto, metade branco.
Ela me convida a sentar na cama. Não havia mais ninguém no quarto. Nem Fifi, nem Aura.
- É a cama da líder, mas, felizmente, a Fifi não está aqui. – falou Eliane.
- Você quem me chamou aqui?
- Eu estava pensando eu ir para o seu quarto, mas pensei melhor e resolvi trazê-lo aqui... para o nosso. O quarto das garotas. Bem, elas tiveram de, hã, sair. Resolvi, hã, me aproveitar enquanto elas não chegam aqui.
- Puxa... e... bem... – engasguei.
- Quer falar alguma coisa antes de...? – ela foi perguntando, já mexendo no sutiã. Mas interrompi o ato com um gesto.
- Quero. – foi o que eu falei. – Antes de... hum... você se desnudar... hum... queria saber, Eliane. Que criatura você é?
- Criatura? – ela arqueou uma sobrancelha.
- Você deve ser uma criatura, uma monstra, com o perdão da palavra, como as outras do bando. A Aura é uma transmorfa, a Gil pode esticar os braços, a Fifi é uma felina, e... e você?
Apesar do mau jeito da pergunta, Eliane não se alterou. E respondeu, calmamente:
- Eu não sou uma criatura, Macário. Eu sou humana, como você.
- Hein?!
- Isso mesmo, Macário: humana.
- Não pode ser! – foi minha vez de arquear a sobrancelha.
- É verdade, sou humana. Nasci humana. Não posso virar bicho, não posso me transformar em moto, não posso esticar partes do corpo. Mas, bem, pintar o cabelo desta maneira, qualquer um pode. – e passou a mão no cabelo bicolor.
Quem diria! Uma mera humana excêntrica! Mas sua beleza era... sobrenatural. Não era do tipo de garota bonita que a gente vê todos os dias.
- Peraí. Se você é humana, o que você... digo, no meio dos...?
- Eu sou uma rebelde, Macário. Fugi de casa para viver com esta gangue. Em princípio, parecia ser apenas uma gangue vivendo uma vida alternativa, freegan. Só fui descobrir depois que eram criaturas mitológicas. Monstros. Assim como aconteceu contigo.
- Quem diria?! – arqueei a outra sobrancelha. – Mas, Eliane, eles sabem que você...?
- Eles sabem, sim. Eu nasci humana, Macário, mas não sou uma humana qualquer.
- Como assim? – essa eu não entendi.
- O que diminui minha desvantagem, Macário, e me permite que eu ande com o Luce e seus parceiros, além da minha voz de cantora, é que eu lido com bruxaria.
- Bruxaria?
- Chamam de magia negra, ocultismo. Mas eu prefiro chamar de bruxaria, mesmo. A prova está aqui: eu usei portal mental para trazer você aqui. Aliás, fui eu que ajudei Fifi a “leva-la” para o seu quarto. Tecnicamente, sou uma bruxa. Uma jovem bruxa.
Soltei um suspiro.
- Quem poderia imaginar.
- Pois é...
- E você pode fazer... tipo, qualquer tipo de sortilégio e...?
- Não. Eu ainda estou no... hã... nível médio. Não posso transformar gente em sapo ou fazer as árvores darem bombons. Mas poções, invocações e umas magias simples, sim.
- Ah.
- Nisso se inclui os portais mentais. Modéstia à parte, sou bom com esse tipo de manipulação, e... e... e chega de falar bobagem, Macário. Vem aqui.
- Eliane, espera...
Levantei da cama. Fiz Eliane levantar também. A seguir, caí em cima de uma pilha de cobertores.
- Puxa, vocês nem se dão ao trabalho de arrumar o quarto?!
- Ah, e por quê? Durante o dia quase ninguém entra aqui. E, além disso, é só pegar um cobertor desses e se cobrir, e usar uns deles como colchão. Bem, e está mesmo na hora de lavar esses cobertores. Mas, Macário, não gostaria de fazer na cama ali? Está mais cheirosa.
- Hum... não. Vai que a Fifi dê um jeito de entrar e invadir o sonho. E, bem... ela não ia ficar feliz em ver uma de... hum... suas subalternas... sobre a cama da líder. Não tô a fim de vê-la transformada em fera assassina...
- Medo que ela te mate?
- Medo que eu acabe matando ela. De novo.
- Oh. – e Eliane soltou uma risada.
- Vamos aqui mesmo, onde podemos rolar à vontade. – falei, batendo de leve na pilha de cobertores onde me joguei.
- Bem, você é quem sabe. – falou Eliane, removendo o sutiã.
Oh, céus! Que seios maravilhosos! Não eram tão grandes quanto os da Âmbar ou da Andrômeda ou da Fifi, mas também não eram tão pequenos quanto os da Morgiana. Eram bem redondinhos e firmes.
- Que tal meu corpo, Macário?
- É lindo.
- Verdade?!
- Verdade! Você usa alguma poção para estar assim tão linda?
- Não. Te garanto que não preciso disso.
E se apoiou sobre mim. Olhava melifluamente para mim. Lambia o beiço. Por fim, avançou em mim, e me beijou. Eu a agarrei, e começamos a nos “atracar”.
Não esperei: removi a calcinha dela. Outra que preferia não depilar a virilha – não se esperaria outra coisa de uma garota rebelde. Os pelos pubianos eram bem pretos e espessos, e formavam certinho um triângulo. Comecei massageando com a mão, sentindo o amontoado de pelos com os dedos, avançando em direção à “porta de entrada”.
- N-não... oh, não, Macário... C-com o dedo não... t-t-tire o dedo daí, eu... Aah, Macário, não, oh, não... por favor, o dedo não... o dedo nãããooooooo... – ela terminou gozando, no momento em que enfiei o dedo... lá. Que garota sensível.
Caída sobre a trouxa de cobertores, ela respirava forte, sem fôlego.
- Mas já gozou, Eliane?!
- Eu disse que o dedo não, seu...! – ela falou, respirando forte.
- Então... você gostaria que fosse com... a boca? Tudo bem.
- Não, Macário, a boca não...
Mas desobedeci. Abri suas pernas, aquelas pernas tão bem torneadas – será que Eliane também fazia ginástica? Apliquei um oral nela, bem dado, naquela b(...) bem rosadinha, de modo que ela ficou doidona.
- Macário, não... oh, pare... oh, não... com a boca não... por favor... eu vou gozar de novo... ooohh, eu sou tão sensível... Ooh não... a língua aí não... não, não... ooooohhh, nãããooooo...
Outra vez, aquela sensação de que não fiz quase nada para ela gozar. Essas garotas não me deixam terminar o que sei fazer, e já ficam ali, deitadas, respirando forte, fazendo os seios subirem e descerem. Eliane até suava. Depois, olhou para mim, franzindo o cenho.
- Macário, seu malvado!
- Confessa que você queria isso tanto quanto eu.
- Não era com a boca e nem com o dedo! Era com o p(...)!
- E agora, o que vai fazer, Eliane? – interrompi a frase, com um olhar lascivo.
- Agora? – ela me devolveu o olhar lascivo. – Agora... você vai ver.
Me joga sobre os cobertores. Primeiro, tira o apanhador de sonhos do meu pescoço e o joga para um lado. Depois, remove minha cueca.
- Oh, minha nossa... é bem como as garotas disseram... não é à toa que elas ficam maluquinhas... e eu... eu...
E começou a massagear o “bernardão”. E começou a animá-lo. E começou a... foi a minha vez de tentar implorar... oh, não, Eliane, a boca não... Não faz assim... isso é tão bom, mas não faz assim, gostosa, oh, não... você quer me maltratar assim como te maltratei?! Assim eu vou... vou...
Quando eu já estava no meu limite, Eliane, rapidamente, interrompeu o oral  e sentou sobre mim, ajudando o “bernardão” a entrar na sua “região proibida”. Era tão apertadinha que não me importava que estava sem camisinha.
- Aaaahhhhh... Ooh, sim... assim, sim! SIM! – ela gritou.
E começou a se mexer, estimulando o “bernardão”. Ooh, eu não estava querendo sexo... ou estava? Ooh, Eliane... ooh, sim... que visão magnífica, esses seus seios balançando... seu corpo perfeito mexendo feito uma mola...
- Ooh, Macário... Ooh... seu gostoso...
- Gostosa é você, sua... sua... bruxa!
- Aah... sou bruxa sim, e daí?!
Levantei o meu tronco, e abracei Eliane, o mais apertado que eu queria... oohhh... queria mesmo apertá-la em meus braços, como um bicho de pelúcia... queria apertá-la até ela explodir em meus braços... e queria beijar aqueles seios macios e... e ver como ela estremecia de prazer... estremecia...
- Sua bruxa gostosa... você é tão apertada... que b(...) apertada... e... e que seios... e que bunda... e que... que pele macia...
- Me come, Macário... sou tua serva, seu demônio... Isso... vem, assim, Macário... veeeeemmm...
Por fim, gozei. E fiz ela gozar junto. Ela ficou um tempo abraçada forte a mim, arranhando minhas costas. Por fim, desabou sobre o cobertor. E ficou de novo ali, ofegante. Eu também fiquei deitado, recuperando as forças.
- Macário...
- Eliane...
- Me fez gozar três vezes em menos de dez minutos... Você não desmente as outras garotas... tenho tanta inveja daquelas... daquelas... demônias...
- Você nem parece humana, Eliane, de tão... tão...
- Você me encheu de p(...)... – ela abriu bem as pernas, mostrando o sêmen escorrendo pelo buraco. Me assustei.
- Glup! Eu... eu esqueci o preservativo, desculpa...
- Está tudo bem Macário. Eu também não estou no período fértil. Tomo anticoncepcional.
- Ah. – suspirei aliviado.
- Se estiver disposto, vamos mais uminha?
Olhei para o “bernardão” que murchava.
- Deixa eu me recuperar... eu fiquei fraquinho depois de...
- Não seja por isso.
E tirou, debaixo de um cobertor, um tubo de ensaio fechado com uma rolha, com um líquido verde.
- Eliane, isso é...?
- Sabe o que é isso, Macário? Satyricon. Afrodisíaco.
- Eliane, você vai mesmo me fazer tomar...?
- Calma. Hoje nós não vamos exagerar. – disse ela, tirando a rolha do tubo. – Sei que você já tomou isto e o resultado não foi agradável. As outras meninas não souberam dosar direito. E aquele comprimido que a Fifi te deu tinha mais que o necessário... Para a virilidade durar uma noite, bastam duas gotas, diretamente sobre a língua. Assim você também não perde a cabeça. Abre a boquinha, Macário...
E, cuidadosamente, Eliane pingou duas gotas do líquido na minha boca. Engoli: que gosto de remédio amargo. Mas o efeito foi imediato: recuperei minhas forças. Mas sem o exagero observado na mansão de Morgiana, onde me fizeram tomar uma taça inteira daquela droga.
- Viu, Macário? Duas gotinhas, e olhe aí: pronto para outra!
Bastou Eliane dar uma leve mexida, e o “bernardão” ficou ereto, mas sem precisar dobrar de tamanho.
- Você está bem disposta mesmo, hein?
Eliane, ao mesmo tempo, mexia no meu p(...) e na sua b(...).
- Você me deixou assim... hmm...
E já ia me beijando, e me estimulando, quando, de repente, sentimos como se o cobertor se levantasse em cima de nós, e se fechasse, conosco dentro, como uma planta carnívora.
- Eei, o que é isso?! – gritou Eliane.
- Armadilha?! – gritei.
- O Macário está mesmo ativo de novo? – uma voz se fez ouvir dentro do cobertor. – Minha vez agora!
O cobertor cuspiu Eliane, que se estatelou no chão, e continuava me agarrando, quase tapando meu nariz, me impedindo de respirar. Foi com esforço que eu consegui me desvencilhar, e jogar o cobertor no chão, que prontamente se transformou em...
- Aura?!
- Bu!
Ela fez de novo. Aura então estava ali, o tempo todo, disfarçada como um cobertor! E agora estava ali, sorridente, transformada em humana. E também estava totalmente nua. Ela se levantou.
- C(...)! Aura! – exclamou Eliane.
Aura me olhava com um sorriso sacana.
- Oi, Macário. Seu safado. Transando com uma garota em cima de outra garota, hein? Bem, tudo bem que eu estava camuflada, mas vocês transaram em cima de mim! Olha aí, fiquei suja com os fluidos de vocês...
Suguei os lábios. Aura era magra e alta, pele pálida, seus seios eram pequenos, e sua virilha estava depilada, mas as curvas eram graciosas. Seu corpo era de bailarina. Não era de se jogar fora.
- Desde quando você está aqui, Aura?! – exclama Eliane.
- Desde a hora em que começamos a dormir. Eliane, sua trapaceira. Então você manipulou as poções do portal mental para fazer as outras garotas chegarem tarde, né?! Ainda bem que não caí... Dei um jeito de ficar de butuca enquanto vocês se atracavam...
- Co... como assim?! – pergunto, assustado.
- Eu explico, Macário. – começou Aura, já passando o braço no meu corpo. – Nós pedimos, as garotas todas, para que a Eliane abrisse um portal mental e trouxesse você para... digamos... uma orgia. Nossos corpos ficaram dormindo, assim como o seu, no outro plano de realidade. Mas como podíamos desconfiar que ela ia acrescentar um retardante na poção especial? Um recurso para que a gente chegasse mais tarde a este plano?! Só para ela poder ir primeiro.
- Eu queria atestar se o que diziam dele era verdade, sua metida! – explicou Eliane. – Só depois passaria a batuta.
- Confesse que ia nada. Que ia ficar com ele a noite toda, só pra ti.
- Meninas, não discutam, por favor... – tentei conciliar.
- Bem, agora é a minha vez, tá legal? – Aura insistiu, puxando-me. – Você já teve o que quis, agora é hora de dividir com as outras!
- Mas por que você agora?! – pergunta Eliane.
- Porque eu cheguei primeiro, ué! Nééé, Macário?! – Aura dirigiu outro olhar sacana para mim. – De todo modo, cheguei aqui primeiro... Não é verdade, Macário? Não sou eu a próxima da fila?
E Aura me agarrou, me abraçou, e me beijou com voracidade.
- Aah, Aura... maneire aí, por favor... – pedi ao conseguiu me desvencilhar um instante.
- Não consigo, Macário... você é mesmo um cara incrível... deixou a Eliane aqui doidona... estive assistindo... mas... e eu? Eu não tenho chance, só porque sou... magricela?! Aah, Macário... eu não tenho toda essa exuberância que a Eliane tem... ela... ela é a gata do grupo... e ela...
- E a Fifi, Aura, e a Fifi? – questionou Eliane.
- Pare de ser modesta, gata. A Fifi só perde para você por ser baixinha. Mas olhe só para você... – e Aura já me soltou, e agarrou Eliane por trás, rapidamente. – Você é a mais gostosa do grupo, e você... você é a vocalista da banda... enquanto eu... eu sou só uma tecladista ordinária... e tão magra... – e apalpou os seios de Eliane, fazendo-a gemer.
- Pare, Aura... oohhh...
- Eu invejo tanto você, Eliane... você tem seios maiores que os meus... tão maiores... e... e ninguém presta atenção na tecladista da banda, só porque você tem essas pernas tão grossas... e todo mundo lá na turma do gargarejo, lá na plateia, se contorce para tentar ver a sua calcinha... e esses seus seios são tão... tão...
E a mão de Aura alcança a virilha de Eliane.
- Aura, pare, por favor... hmmm...
Oh meu Deus, que cena excitante, ver Aura ali, apalpando o corpo de Eliane, estimulando-a. E eu ali, segurando a “pistola”, tentando impedir que ela “disparasse” enquanto eu assistia aquela verdadeira transa lésbica.
Aura acabou se empolgando, e praticamente esqueceu de mim: como uma serpente, se enroscou em Eliane, de tal modo que ela mesma não conseguiu mais resistir, e as duas começaram uma transa lésbica, ali mesmo, em cima dos cobertores. Pelo jeito, são bissexuais. E eu... me senti sobrando. Resignado, sentei em uma trouxa de roupas para assistir ao “rock das aranhas”, enquanto as duas já roçavam as...
- Puxa, já pegaram a sua vez, hein, Macário? – ouvi uma voz atrás de mim.
E levei um susto: ali, atrás de mim, estavam três garotas: Fifi, Gil e... Morgiana! As três de lingerie. Fifi com a cauda e as orelhas de gato.
- Oi, Macário. – cumprimentou Gil, sorridente, mas um tanto sem jeito. Não tão sorridente quanto Morgiana e Fifi.
- Ga... garotas!
- Agora você não vai fugir da gente, Macário. – falou Fifi, lascivamente, já avançando sobre mim. – Não pode correr para lugar nenhum, peladão como está.
- Eu... eu...
- É isso aí, Macário. – falou Morgiana. – Agora que a trapaceira da Eliane está sendo castigada pela Aura... sobrou a gente. Ora, onde já se viu, colocar retardantes para que a gente chegasse tarde... Pensava ela que a gente não conhecia esse recurso?
- Mas vocês se atrasaram... – falei.
- Porque, bem, percebemos só agora. – falou Gil.
Eu realmente não tinha mais como escapar. Além do mais, no portal mental... Mas assim que acordasse, teria de colocar a minha roupa de cama para lavar.
- Vem cá, Macário...
- Esperem, meninas, vão com calma. Eu gozei há pouco... – tentei me afastar um pouco, enquanto Morgiana e Fifi já removiam seus sutiãs.
- Eu sinto muito, Macário, mas não tem mais como segurar. – falou Morgiana. – Eu tive de convencer a Fifi aqui a me deixar participar da “sessão” de portal mental de hoje, para poder matar essa saudade... Mas ainda vamos ter a nossa transa no plano real, viu?!
- Eu vou te trazer para a nossa gangue, Macário... – falou Fifi.
- Não, eu que vou te trazer para o fundo do mar... – falou Morgiana.
- Meninas, vão com calma... – eu estava ficando com medo.
- Vocês!! – Aura exclamou de repente, cortando o momento. – Ah, cara, logo na minha vez vocês chegam?!
- Ué, você já estava aí, “comendo” a Eliane... – falou Gil.
De fato, Aura, em poucos minutos, já havia “acabado” com Eliane. Esta agora estava jogada no chão, respirando forte, toda molhada de suor. Aura, no entanto, não demonstrava sinais de cansaço.
- Saiu no vento, perdeu o assento. – falou Gil, com uma risada.
- Não mesmo! Não antes de mim! – falou Gil, avançando sobre Morgiana.
- Me solte, sua serpente!...
- Você é minha, agora...
E Aura começou a fazer com Morgiana o mesmo que fez com Eliane. E Morgiana não conseguiu resistir. Aura entendia de sedução feminina, pelo jeito. Agia como as irmãs de Morgiana agiram para retardar sua ação. Mas não foi com muito bom critério, porque deixou que Fifi, removendo rapidamente a calcinha, me atacasse, e acabasse sendo a primeira. Me jogou no chão e já meteu a b(...) na minha cara.
- Oooh, Macário... eu estava com tanta saudade, aahhh... me enlouqueça... me come... – gemia Fifi, enquanto recebia meu oral.
Eu que estava com saudade daqueles peitões de mulher baixinha, mas gostosa... e daquela b(...)... Não posso mais resistir...
Calculo que não fiquei mais que trinta segundos no oral, antes de penetrar Fifi. Melhor acabar com esta antes que Aura acabasse com Morgiana. Espero que o efeito do satyricon não acabe rápido, pois ainda tinha mais três garotas na fila. Mas eu já queria “disparar” a minha “pistola”, oohhh...
- Ooouuuaaaaaahhh, Macário!!! – gritou Fifi, ao ser penetrada. – Goze dentro de mim, Macário... não tire mais esse pinto de mim... eu... EEEEUU...
Mas Fifi não aguentou. Estava excessivamente excitada, e não conseguiu se segurar. Acabou tendo o orgasmo antes de mim, e desmaiou. Tirei o “bernardão” ainda ereto. Fiquei frustrado.
- Aha! Conheço essa expressão! – falou Morgiana.
Quando olhei, Morgiana, nua, e suada, avançou sobre mim.
- Ainda está duro, Macário. – a morena falou, pegando meu p(...), e eu temendo “disparar” naquele instante. – Pelo jeito, Fifi não aguentou... olha aí, ah, ah, bem feito... então, agora é minha vez...
- Ei, mas e a Aura?!
- Que tem ela?
Quando olhei, era Aura que estava jogada no chão, arfando, salivando, numa expressão de mulher safada. Morgiana conseguiu fazê-la gozar primeiro!
- Quando tenho vontade, ninguém me segura, Macário... nem uma Olívia Palito é capaz de me segurar por muito tempo. Ela só conseguiu me deixar mais excitadona, Macário...
- Calma, Morgiana...
- Eu que vou receber o seu leite dentro de mim... só eu...
E já foi penetrando. Oh, meu Deus, como estava com saudades daquele corpo de esportista, daqueles pudins que eram seus seios... Porém, não durou muito tempo: por já ter sido estimulada por Aura, Morgiana, tão excitada quanto Fifi, não aguentou muito tempo, e, quase dez segundos depois que penetrei, ela acabou gozando.
- Hhhuuuuuummmmmmmmmmmm...
Como elas são trapalhonas. Não deviam ter se deixado excitar antes de tentarem transar comigo. Agora, haviam quatro garotas no chão, jogadas, desmaiadas, arfando, e eu, frustrado, de p(...) duro, sem ter gozado...
Falei cedo demais.
Aura conseguiu se recuperar rapidamente. Estava muito suada, e seu corpo tremia. E já avançou no “bernardão”.
- Bem feito pra elas, bem feito... – ela ria. – Não conseguiram segurar, queriam tanto que não se contiveram... estavam tão excitadas quanto eu...
Bufei.
- Ah, fique quieta, sua...!
Não perdi tempo. Joguei Aura de bruços no chão, e já penetrei sua b(...) por trás. Será a b(...) ou o c(...)? Ah, que importa? Só sei que entrou gostoso...
- Aauuhhh... Mas assim, Macário?!
- Vai dentro de você mesmo... oohhh... sem preliminar nem nada, que você já teve...
- Aah, vai com calma, Macário... – Aura gritou, excitada. – Oohhh... você não se importa mesmo que eu...?
- Não venha com complexos você também Aura... – falei, bravo, já mexendo o p(...) dentro daquela b(...) apertada e quente e... – Já basta a Morgiana reclamar de seus seios, a Fifi da sua altura... e você... hummm... oohh sim... você é bem apertada... e tem um corpo bonito... você devia fazer balé... porque você... oohhh... que sensação boa...
De fato, estava tão gostoso quanto estava com Eliane...
- Oouuhhh, que sensação boa digo eu... – gritou Aura. – Aahhh... Macário... diz mais coisas sujas no meu ouvido... diz que eu sou sua gostosa...
E fui beijando aqueles seios tão pequenos, deixando-a ainda mais doida. E fui mexendo mais, e mais, e maisssss... Até que, no final... não deu mais para segurar. Foi dentro de Aura que gozei. Mas ela gozou também. Ela estava muito excitada, mas aguentou firme até o fim.
- AaaaAAAAAAAAHHHHH... – ela gritou.
Enquanto ela arfava, a b(...) escorrendo p(...), eu respirei aliviado, com a sensação de haver finalmente tirado o peso do meu p(...).
- Macário!! – exclamou Morgiana, já recuperada, e me olhando com indignação. – Por que nela e não em mim?!
- Você que gozou antes, Morgiana... – falei, recuperando o fôlego. – Hmm... agora cansei...
- Droga. – foi a vez de Fifi falar. – Nisso que dá ir com tanta sede ao pote... no fim deixamos o pote derramar antes de matar nossa sede...
- Você consegue ficar duro de novo, consegue, Macário?! – pediu Eliane, já recuperada também.
- Acho que consigo... – falei, já massageando o “bernardão”. – Acho que... Gil?
Olho para um canto da parede: Gil estava ali, encolhida. Acanhada. Receosa. Não tentara nem remover a calcinha e o sutiã. Ela estava obviamente “descascando uma cebolinha” enquanto me olhava transando com as garotas, mas estava acanhada, sem querer participar da ação.
- Gil? O que houve? – perguntei.
- N... Não! – ela me repeliu.
- Não o quê?
- Eu... Macário, por favor, comigo não... pode transar com as outras, mas comigo não... N-não se importe comigo, tá?
- Ué?! – pergunta Morgiana. – Por que não?!
Fui me aproximando, mas Gil se encolheu mais.
- Eu... Macário, por favor, eu... eu não quero trair o Boland... Bem, aqui é um plano de sonhos, mas, de todo modo, nem em sonho, eu não quero colocar “chifre” no meu javali... – Gil chorava.
- Pô, Gil, se não quer, o que você está fazendo aqui?! – gritou Fifi.
- É que... eu até queria, mas agora não quero... eu queria que... eu...
- Ah, não! – gritou Eliane, indignada. – Venha cá!
E Eliane, rapidamente, agarrou Gil, e arrancou sua lingerie. E a exibiu nua, de pernas abertas, diante de mim. Gil parecia uma menor de idade, tinha aparência de ter uns quinze, dezesseis anos. Seu corpo era magro. Seus seios eram pequenos, como os de Aura. Fiquei com pena de vê-la chorando, diante de mim, nua, de pernas abertas, a b(...) úmida (evidentemente porque esteve se masturbando enquanto nos olhava), o instinto lutando com a razão.
- Vai, Macário, manda brasa nela. – falou Eliane.
- Macário, por favor, não... – implorava Gil com o olhar.
- Vai, Macário. – falou Aura. – A b(...) dela é bonita, não é? E está molhada, a safada... Não quer mesmo enfiar o p(...) aqui? Vai, enfia... ela quer, claro que ela quer, senão não teria entrado no portal mental, não é?
- M-Macário... por favor...
Engoli em seco. No fim...
- Não, melhor não com ela. – falei.
- Não?! – exclamaram as garotas.
- Se a Gil não quiser... mas que ela saiba que o Boland é um cara de sorte, porque ela também é linda, e... e assim, nua... olha, ela está levantando o meu...
De fato, a ereção voltava. Mas eu mesmo lutava com meu instinto. Que a cabeça sobre os ombros prevalecesse, desta vez, sobre a do p(...).
- Aah, obrigada, Macário... – sorriu Gil, lacrimejando.
- Obrigada nada! – gritou Fifi. – Agora me irritei!
E Fifi, com violência, pegou o meu p(...) – aai, essa doeu!! – e, à força, o fez penetrar na b(...) de Gil, que gritou.
- Não tem conversa. Se está aqui no portal mental com o Macário, tem que f(...). Vai, Macário, termina o serviço.
- Mas...
- Sem mas! – gritou Fifi, enfiando o dedo na minha bunda, o que acabou me estimulando.
Agora a m(...) foi feita. E que covardia, dentro da b(...) de Gil era apertado... E agora Fifi, para me obrigar a prosseguir, enfiou o dedo no meu... aarrrgh...
E não tive outra escolha, diante das garotas, fui obrigado a transar com Gil, que, ao que parece, já nem se importava com o namorado. Decerto, já estava até fingindo que eu era o Boland. Estava gostando daquilo. Ela, de repente, agarrou-me, me envolveu com seus braços de polvo, dando voltas ao redor do meu corpo.
- Ooh, Macário... eu queria isso, sério... mas... oh Boland, me perdoe, pois é tão bom dentro dele... oohhh...
Enquanto isso, as outras garotas olhavam, excitadas.
- Não está ótimo, Gil?
- O Macário é gostoso, não é?
- E você nem queria...
- Que mania de mentir para si mesma, Gil...
Aah, cara... pelo jeito, aquele gorducho não dava prazer suficiente para aquela menina. Quem se excvitaria, afinal, ao transar com um rapaz que pode se transformar em porco?! Oohhh...
- Ooohh, me perdoe, Boland... o... o instinto venceu, aahhh... me f(...), Macário, oh, não pare... não pare! NÃO PAAAAA...
Não demorou para que Gil gozasse. Mas evitei de gozar dentro dela: no último segundo, tirei o p(...) no momento do gozo, e acabei sujando-a com “leite”. E ela ficou ali, arfando, desmaiada, e fazendo uma expressão de p(...).
Estava me sentindo mal com aquilo. Foi como se tivesse sido induzido a estuprar Gil. Ooh, eu sou um mulherengo asqueroso.
Mas a orgia não terminou aí: foi a vez de Aura começar a bolinar Gil, para que o ato continuasse.
- Vai, Gil, não se renda, não... vamos continuar “comendo” o Macário...
Enquanto isso, as garotas restantes me obrigaram a continuar transando. Morgiana, Fifi e Eliane me atacaram, e eu não consegui resistir. Vou compensar essa frustração f(...) com Eliane agora... e depois, “atendendo” Fifi e Morgiana...
O satyricon era mesmo eficiente, porque, ao final, consegui dar conta das cinco garotas, daquelas cinco insaciáveis taradas. Apesar de já ter gozado duas vezes, meu p(...) continuava ereto.
Eliane, Morgiana, Fifi, Aura e até Gil. Esta realmente resolveu deixar de lado a culpa, já que era em outra dimensão, e entrou com tudo na orgia, ora comigo, ora com as outras garotas que, quando não estavam comigo, estavam se bolinando entre si, entregues a uma luxúria ensandecida. Na segunda vez, Morgiana e Fifi conseguiram aguentar até o fim, e só gozaram quando eu gozei, atendendo seus pedidos de enchê-las de “leite”.
E... e é assim que vou ser morto hoje?! Transando até o limite das forças?!
Ooh, mas que se dane... se é para morrer, que seja f(...) cinco gostosas. Ooh, até Gil era gostosinha... sou tão asqueroso de estar me aproveitando dela também... espero que o Boland não saiba usar portal mental também, ou eu estou frito... ela é tão linda, e inocente, e ela literalmente se enrosca em mim com aqueles braços extensíveis... e a Morgiana, aquela esportista do sexo... e a Fifi, que apesar de baixinha tem os seios tão grandes... e a Aura, com corpo de bailarina... e a Eliane, que... que... ooh...
E, quando finalmente as garotas mostraram sinal de esgotamento...
Eu ainda estava vivo. Fraco, e esgotado, porém, vivo. E ainda ali, naquele quarto quente, jogado em cima daqueles cobertores fedidos, suando feito um porco, cercado pelas cinco gostosas nuas, suadas, sujas de p(...) e sorridentes. Porco, é isso que eu realmente sou. Mais porco que o Boland. Nenhuma garota de bem merece um cara como eu.
- Aahhh... bem que podia ter sido no plano real, e não em um portal mental... – falou Morgiana, abraçada a mim.
- Eu não quero mais sair daqui deste plano. – falou Fifi. – Nunca mais vamos acordar. Vamos ficar aqui e f(...) para sempre... com o Macário...
- Concordo com vocês. – falou Aura. – Vamos f(...) com o Macário para sempre?!
- Para sempre não vai dar. – ouvi a voz de Eliane, sem a inflexão de luxúria. – Sinto muito, garotas, mas a festa acabou. O que é bom dura pouco.
- Ah, como assim, Eliane? – ouvi a voz de Gil. – Está tão bom, por que agora tem de seguir a regra idiota de der morto para...
Olho para Eliane, em pé, nua, diante de mim. Com uma expressão séria.
Ela segurava um objeto nas mãos: era uma pistola semiautomática, que ela tirara sabe-se lá de onde.
- Ah, qual é, Eliane?! Já está no momento de sermos mortas para... – começou Fifi. – Eliane?! Não, você não se atreveria a...!
Mas a garota-pantera não teve tempo de se manifestar: Eliane lhe deu um tiro na testa, à curta distância. Fifi caiu para trás, tingindo os cobertores de sangue.
As outras garotas protestaram, assustadas, mas não teve jeito. Âmbar já havia explicado que, para sair do portal mental, era necessário ser morto naquele plano, para poder acordar no plano original de existência. E... aquela era a forma de morrer deste dia: Eliane, rapidamente, começou a atirar nas garotas, matando-as.
Fifi só precisou de um tiro na cabeça. Morgiana também levou um tiro na cabeça, bem no olho. Aura precisou de três tiros. Ela bem que tentou fugir, mas Eliane foi mais rápida no gatilho. Gil, de dois, um no peito e outro na cabeça, sem resistência.
Eliane, obviamente, estava contrariada em ser carrasca: ela fez tudo com lágrimas nos olhos.
Depois, Eliane apontou a arma para mim.
- Nos vemos depois, Macário, conversamos mais tarde. Desculpe, tá? Mas foi muito bom. Saiba que isso dói mais em mim que em você.
E me deu um tiro no peito, acertando bem no coração.
Foi doloroso.
Estava assustado, mas não ofereci resistência.
Senti a vida se esvanecendo aos poucos. Assim que era morrer alvejado?!
Mas, antes que o mundo sumisse completamente ao meu redor, tive a última visão: de Eliane, lágrimas nos olhos, apontando a arma para a própria cabeça e atirando...

Acordo assustado.
O susto foi com o estampido do tiro que Eliane dera na própria cabeça.
Eu estava de volta à minha cama.
Que sensação diferente, acordar de um pesadelo tendo a plena consciência de que tive um pesadelo controlado.
O susto foi mais de ter assistido Eliane atirar em si mesma do que de ter levado um tiro à queima-roupa. Eu vou demorar a tirar essa imagem da minha mente.
E, como previsto, a minha roupa de cama estava suja, emporcalhada.
Olho para o despertador: três da tarde, certinho.
Levantei com as pernas bambas. Pelado, obviamente. Mas o apanhador de sonhos estava no meu pescoço. Oh, eu realmente fui para a cama com ele.
Coloco a roupa de cama para lavar, e, quando olho no tanque, há cinco calcinhas coloridas ali. Embora as transas estejam ocorrendo em outra dimensão, ainda não obtive a explicação para o fato de as calcinhas estarem ali, no dia seguinte. Esta escura eu sei que é de Eliane. Esta aqui sei que é de Fifi, esta aqui de Morgiana, esta aqui de Gil e... esta que sobrou deve ser de Aura. Mas Aura não estava usando nada na hora em que se revelou, estava nua. Ertamente, esta calcinha branca é dela, ela deve ter dado apenas para não ficar atrás das outras, deve ser isso. E a calcinha de Aura estava, de fato, mais limpa que as outras. Mesmo assim, vai ser lavada junto com as outras.
Depois me dirijo ao banheiro, para me lavar. Só depois tomo café reforçado. E, agora, usando uma cueca limpa e uma calça, enquanto eu lavava a roupa, eu refletia sobre a situação.
Eu não estava tão frustrado como nos outros dias. Talvez porque agora sabia com o que estava lidando. Portais mentais. As garotas invadindo minha cabeça, me levando para outra dimensão, para transar comigo. Mas... e se nos outros dias for assim? Quando eu menos esperar?! E se Âmbar, Andrômeda ou qualquer outra resolver invadir meus sonhos, em qualquer dia da semana, e...
O pior é pensar que, naquela noite, eu vi o pior de mim se manifestando, ainda que com apenas duas gotinhas de afrodisíaco. Apenas duas. Transei com a garota de outro cara, e... e o pior é que fui apoiado pelas outras garotas. Elas sim se comportaram como... como é o termo? Ah: arautas de algum deus pagão da luxúria. Demônias sexuais. Súcubos. Quem poderia imaginar?!
E o pior é pensar que eu acabaria sendo o escolhido. Eu, que de alguma forma, vou ter de carregar em meus ombros a responsabilidade de satisfazer as súcubos, como parte do pacto que firmei com o “demônio”.
Por que eu?! Dentre tantas pessoas no mundo... por que eu?!
Agora penso que o encontro com o índio Mateus, e o apanhador de sonhos que recebi, podem não ter sido meras obras do acaso. Alguém devia saber, com antecedência, que o escolhido seria eu, e...
Maquinalmente, a minha roupa já está lavada, e pendurada no varal, incluindo as calcinhas. E vou me preparar para o curso.
Espero que, hoje, Luce não resolva me fazer entrar numa de suas loucuras. Nem Luce, nem Âmbar, nem ninguém! Ainda não sei como vai ser nos próximos dias, mas...
De repente, ouço batidas na porta.
Vou atender, receoso.
Quem poderá ser?
Será o Luce, querendo conversar comigo? Ou talvez possam ser os meus pais, em visita surpresa... ou talvez...
No instante em que abri a porta, um par de braços, seguida de um cabelo loiro e escorrido, se atira em minha direção, e me abraça, acompanhando com um grito.
- MACÁÁÁÁÁRIO!!!...
Levo um grande susto.
- Va... Valtéria?!
Ela olha para mim.
- Ooh, Macário... você ainda lembra de mim, que bom... você ainda me ama...
Agora eu estava com medo.

E meu medo aumentou ao ver que, atrás dela, estava uma das garotas que eu mais temia: Viridiana. Com uma expressão indignada.

Próximo capítulo daqui a 15 dias.
Até aqui, como está ficando? Está bom? Ruim? Devo mudar? Parar antes que os censores caiam sobre mim?
Manifestem-se! Ou continuarei com as cenas gratuitas de sexo e violência, a menos que vocês queiram realmente isso.
Até mais!

Um comentário:

Laerçon J. Santos disse...

Muito bom ver os seus trabalhos meu caro, continue firme!